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Madonna no Brasil!

Você vai ou quer ir para os shows que Madonna fará no Brasil em dezembro? As apresentações serão nos dias 14 de dezembro no Rio de Janeiro, no estádio do Maracanã e 18 e 21/dezembro em São Paulo.

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Qual a melhor música da Madonna? 2 respostas 

Iniciado por WMixMobile. Última resposta de Bahia Náutica 10. Dez, 2008.

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Walter Junior Comentário de Walter Junior em 8 julho 2009 às 0:45
Bahia Náutica Comentário de Bahia Náutica em 15 dezembro 2008 às 23:03






Algumas fotos do primeiro show no Rio de Janeiro. As fotos são da agência internacional AFP.
Denis Peres Comentário de Denis Peres em 15 dezembro 2008 às 12:16
Existem pessoas que precisam julgar tudo e todos. Precisam emitir opiniões, sob pena de não conseguirem dormir a noite, ou ainda, não terem seus diplomas válidos. São críticos do cotidiano, onde cada coisa deveria ser idêntica a outra, seguindo a mesma tendência, e para as quais, todos vestiriam a mesma roupa, o mesmo corte de cabelo, a mesma forma de se expressar, a mesma dança, seguindo o mesmo líder.
Não importa quanto tempo este líder tenha vivido, atuado, dançado ou cantado, se for bom tem que ser para a vida inteira.
Liberdade de expressão não é algo que esses caras admirem, e talvez o sucesso repentino de um artista que tenham feito sucesso com uma letra ou melodia diferente daquele padrão pre-estabelecido, é "lixo".

Não que Madonna seja repentina, muito pelo contrário, alías o ponto que diferencia Madonna de outros popstars é exatamente o fato de estar aí a tanto tempo!

Estou falando é de Régis Bonvicino, jornalista que escreveu para o portal do IG a seguinte nota:

Madonna é um lixo, mas, para demonstrar o que afirmo preciso da paciência do leitor para um nariz de cera, chato, até certo ponto.
Régis Bonvicino – portal do IG
O jornal escrito é o único veículo, na mídia, que abriga – heroicamente – a resenha de um livro, de um trabalho musical, de uma exposição de artes plásticas, de uma encenação de uma peça de teatro no Brasil, com regularidade. Caetano Veloso aponta, há muito tempo, uma contradição na abordagem das resenhas, com pertinência. Seus autores se inspiram na Escola de Frankfurt e, em especial, no filósofo Theodor Adorno (1903-1969). Os jornalistas posicionam-se, em seus textos, contra a indústria cultural – um conceito criado por Adorno – em territórios industriais, como o próprio jornal. Caetano classifica como inautêntica e pop essa crítica que, utilizando-se de conceitos eruditos, julga negativamente produtos produzidos para o mercado, num “lugar” eminentemente comercial.

Acossados pela televisão, e agora pela internet, os jornais reduziram drasticamente seus espaços para as resenhas – cada vez menores. Vale destacar que três deles (O Estado de S. Paulo, O Globo e a Folha de S. Paulo) constituem os principais veículos do país, ainda, de qualidade. E que sobreviveram a várias etapas da Revolução Industrial, o que revela sua força. Caetano propõe um impasse: um produto industrial merece uma resenha industrial. Mas, elas já o são! Citar Adorno é usar argumento de autoridade ante o exíguo espaço. Deste modo, as resenhas usam – na maioria das vezes – argumentos de autoridade para elogiar ou atacar o objeto resenhado. O que lhes falta é análise do objeto, o que demanda muito mais linhas do que o permitido. Não existe crítica sem análise. Essa guerra entre jornais, internet e televisão esvaziou a crítica no Brasil. Outro fator que a liquidou foi a desregulamentação da economia: o anything goes (“qualquer coisa serve”), que influenciou todas as áreas de atividade, inclusive a cultura de massas, conseguindo esta o feito de piorar. Não há mais “indústria cultural”, mas, indústria do entretenimento. O capitalismo não admite crítica. A própria obra de Caetano Veloso sentiu os efeitos dessa desregulamentação, embora o que ele tenha composto nos anos 1960 e 1970, e algumas coisas depois, o torne o maior songwriter brasileiro dos últimos quarenta anos, ao lado de Jorge bem Jor – um cerebrino, e o outro intuitivo.

Sinais de calvície

Madonna é milhões de vezes inferior à sua conterrânea Janis Joplin (1943-1970). Dez mil vezes inferior à canadense Diana Krall. Dez mil vezes inferior à compositora e cantora Amy Winehouse. Não chega aos pés de Maria Rita, Bebel Gilberto ou Fernanda Takai, do Pato Fu. O desaparecimento da crítica e da “indústria cultural” permitiram a existência de Madonna. Aliás, não há crítica que consiga enfrentar o poder corruptor da indústria do entretenimento. Madonna tem fãs e não ouvintes. O flanco histérico de sua voz – fino e irritante, mais adequado às torturas praticadas por Bush em Guantánamo – não permite que ela seja ouvida. Fãs assinam contratos de adesão com seus ídolos. A maioria das pessoas não tem vontade autônoma, um conceito jurídico criado para apoiar o laissez faire econômico da Primeira Revolução Industrial – hoje superado. Madonna é, segundo a teoria do direito atual, a onerosidade excessiva concorrente à assinatura de um contrato, que, por isso, pode ser rescindido. Ela é um banco, que cobra juros sobre juros de seus clientes, no cheque especial.

Quando ela apanha sua guitarra, Jimi Hendrix (1942-1970) se revira no túmulo. As letras de suas canções – um gênero já extinto inclusive aqui no Brasil (Zeca Baleiro é uma caricatura do Caetano dos anos 1960-70) – são dolosamente vagas. Exemplo: “I’ve had so many lives/ Since I was a child/ And I realise/ How many times I’ve died/ I’m not that kinda of guy/ Sometimes I feel shy/ I think I can fly/ Closer to the sky” (Tive muitas vidas/ desde menina/ Percebo/ quantas vezes eu morri/ Eu não sou aquele tipo de pessoa/ Às vezes sinto-me tímida/ Penso que posso voar/ Mais próxima do céu”). Lembram-se de “Yer Blues”, dos Beatles? Madonna é a diluição adúltera de tudo. Sua coreografia imita a do inovador Michael Jackson, de “Thriller”. Seus “versos” constituem-se em frases de efeito: “If you don’t like my attitude, then you can fuck off” (Se você não gosta do que faço, foda-se). Seu engajamento político resume-se, por exemplo, a mandar Sarah Palim, durante a campanha de 2008, “se foder”. Bob Dylan treme. Seu vocabulário tem umas cinqüenta palavras. Madonna já apresenta sinais evidentes de calvície. O diastema nos dentes incisivos superiores conferiu-lhe um ar de garota sexy e perversa, quando jovem. Hoje, isso a faz parecer uma bruxa. Sua forma física, e não sua beleza de butique, persiste. Não à toa sua primeira filha, Lourdes, é produto de seu relacionamento amoroso com seu antigo treinador. Ela é a cantora das academias. É o teatro de revista, sem humor. E sem pernas bonitas. No cinema, fez o papel de Evita (1919-1952), a mulher do caudilho argentino corrupto Juan Domingo Perón (1895-1974), papel que, aliás, Madonna ainda segue. Evita, morta aos 33 anos, desperta até hoje em muitos um culto mórbido pela sua pessoa, com visitas diárias de milhares de pessoas ao cemitério da Recoleta, em Buenos Aires. O caudilho/gigolô é a indústria do entretenimento, que lhe rendeu fortuna de meio bilhão de dólares.

Li, em algum lugar, que exigiu oito Audis para se locomover no Rio e em São Paulo. Li, na coluna de Sonia Racy, em O Estado de S. Paulo, que Sticky & Sweet (Melada, de esperma, e Doce) – título de sua turnê – é a maior da “história do rock”, deixando “os shows dos Rolling Stones no chinelo”. Ora, os Stones são os Stones. Redefiniram o próprio rock entre 1968 e 1972, além de brilhantes trabalhos anteriores e posteriores. Madonna é a ostentação pela ostentação, sem qualquer nível artístico. É oca por dentro, com o perdão da redundância. Um batalhão de designers projetou o figurino do palco. Ela é o palco sem Mick Jagger ou Maria Rita ou Fernanda Takai. Ela e sua banda usam 69 guitarras ao longo da apresentação. Bastaria um playback. Na verdade, e digo na verdade, Madonna representa o supercapitalismo norte-americano de Richard Nixon, Ronald Reagan, de George Bush, pai e filho, que, elitista e financeiro, sucumbiu numa depressão. Madonna é o destempo. Caetano elogiaria seu show, em virtude de seu enorme sentimento de culpa, que o transformou num patrocinador de idiotas, ao longo de sua carreira.
Bahia Náutica Comentário de Bahia Náutica em 15 dezembro 2008 às 11:14
Enquanto, por aqui, tudo gira em torno dos shows que Madonna está fazendo no Rio e em São Paulo nesta semana, a imprensa britânica já revela sobre os planos da popstar neste Natal.

O Daily Mail deste domingo (14.12) tem o roteiro pós-Brasil da cantora: no dia seguinte de sua última apresentação em São Paulo – que rola no próximo domingo (21.12) -, ela embarca rumo a Londres. A chegada na capital inglesa está prevista para a manhã de terça-feira (23.12), ante-véspera de Natal.

Agora a parte mais inesperada: a noite do dia 24 será na tradicional celebração pilotada pela família de Guy Ritchie. Sim, Madonna vai comemorar o Natal com seu ex-marido.

O tablóide revela que a decisão foi tomada para preservar os filhos da dupla, que ficariam divididos caso a mãe resolvesse celebrar a data em Nova York. O Daily Mail conta, ainda, que a popstar deve passar vários dias na Inglaterra.
Bahia Náutica Comentário de Bahia Náutica em 11 dezembro 2008 às 12:32
Tá chegando a hora...

Madonna chega amanhã ao Brasil para encerrar turnê
Após 15 anos, Madonna está de volta ao Brasil para encerrar a turnê mundial de Sticky and Sweet. Ela chega amanhã ao Rio cercada por uma superprodução que faz jus ao título de rainha do pop. Sua trupe tem 250 pessoas. Além dos músicos, bailarinos e outros profissionais diretamente ligados ao show, a equipe inclui cinco cozinheiros, um quiropata, um massagista e um personal trainer. Apesar da confusão inicial da venda de ingressos, ainda há muitos lugares para quem quiser assistir aos shows de domingo e segunda-feira no Maracanã. Os organizadores só não dizem a quantidade disponível. É mais um dos segredos que ajudam a criar o mistério em torno da pop star.

Madonna chega com os três filhos, Lourdes Maria, Rocco Ritchie e David Banda. Eles vão ocupar todo o sexto andar e as suítes dos outros andares do Copacabana Palace. São 130 metros quadrados cada uma, divididos em quarto, sala, closet, banheiro e uma ampla varanda de onde se tem uma vista fantástica da Praia de Copacabana, incluindo o Pão de Açúcar ao fundo. Aliás, da banheira é possível ver o mar. Haverá também uma piscina exclusiva, em área fechada apenas para Madonna. Ela também alugou um salão nobre do hotel para acomodar 12 camas elásticas. Todos os dias, a cantora e os bailarinos praticam jumping antes das aulas de dança.

No Maracanã, a montagem do palco começou há dois dias. Na lista de exigências da produção está o fornecimento de 800 quilos de gelo, separados em cubos e acomodados em saquinhos. Tanto gelo é para ser utilizado nas pernas de Madonna e dos bailarinos.

Há 15 anos, quando esteve no Rio, Madonna circulou pela cidade discretamente. Só saiu do hotel pela garagem e chegou a recorrer a uma sósia para despistar fãs e fotógrafos. Para visitar o Corcovado, usou até uma peruca de cabelos escuros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Bahia Náutica Comentário de Bahia Náutica em 10 dezembro 2008 às 19:57
Madonna exige frota de Audi para circular em SP

A cantora Madonna pediu uma frota de carros Audi para circular em São Paulo, além de uma série de outras regalias durante sua estada no Brasil.

A informação é da coluna Mônica Bergamo desta quarta-feira. A íntegra da coluna está disponível para assinantes do UOL e do jornal.

De acordo com a colunista, a cantora exigiu um Audi A8 para ela, outro carro blindado para seus filhos e mais cinco modelos da marca para seus seguranças.

Ainda segundo informações da coluna, somente 13 pessoas --todas de sua equipe-- poderão dirigir palavras a Madonna.

Uma empresa estrangeira ficará responsável pela comida da cantora e seu camarim será todo decorado por uma equipe que chegará com ela ao Brasil.
Bahia Náutica Comentário de Bahia Náutica em 10 dezembro 2008 às 11:27
Mais uma notícia sobre a Diva!
‘Vila Madônnica’: fãs fazem acampamentos em São Paulo

Para garantir um lugar no “gargarejo”, fãs da cantora Madonna não medem esforços. Um grupo que se conheceu em outra fila, a da compra de ingressos, idealizou a chamada Vila Madônnica, acampamento montado na frente do Estádio do Morumbi, onde a cantora faz shows de 18 a 21 de dezembro.

O sonho de curtir a apresentação de pertinho, e não pelo telão, supera sacrifícios, como falta de banheiro e um verdadeiro “clima desértico”.“Não acho loucura. Ela é o único ícone vivo da atualidade”, justifica o promotor de eventos Cléber Garcias, de 25 anos. “Pela ansiedade de esperar o dia do show, é melhor ficar aqui”, diz o estudante Vinícius Braz, de 21 anos, o primeiro da fila para o show do dia 20.

Como se não bastassem as dificuldades, os fãs terão de deixar a praça na manhã de quarta-feira (10), exigência da Subprefeitura do Burtantã. A reportagem do G1 esteve na fila para os shows na noite de terça-feira (8) e mostra como funciona o acampamento.

O grupo de mais de 20 pessoas, que se reveza com amigos para tomar banho e descansar algumas horas em uma cama de verdade, adotou esquema de mutirão. Bombas de inflar colchão de ar são compartilhadas, assim como uma “cozinha” improvisada, com caixas de isopor com água, refrigerante, chocolate, bolo e outros alimentos não-perecíveis.
Bahia Náutica Comentário de Bahia Náutica em 4 dezembro 2008 às 15:00
Olhem só essa notícia!




"UCHA, UCHA, UCHA, Madonna é gaúcha!
Foto: Camila dos Santos Soares, Divulgação

Olha só que coisa mais curiosa: a imagem aí do lado flagra a MADONNA no palco cantando na frente de uma projeção do... MAPA DO RIO GRANDE DO SUL! A foto foi clicada por Camila dos Santos Soares, gaúcha residente nos EUA, que assistiu ao show da popstar em San Diego, no dia 4 de novembro - justamente quando foi divulgado o resultado das eleições presidenciais americanas.

A música que tocava no momento em que os nomes do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre foram projetados no telão era Miles Away (que pode ser traduzida como "Milhas Distante"), faixa do novo disco da material girl, chamado Hard Candy.

Segundo Camila, o clima do show foi todo marcado pela euforia com a vitória de Barack Obama. Madonna repetia o tempo todo a frase "We are one" ("Nós somos um"), e teve uma hora em que todos no palco, inclusive a cantora, vestiram camisetas com estampas do presidente eleito.
Nivea Marcos Comentário de Nivea Marcos em 28 novembro 2008 às 11:36
Opa, EU FUI no show, e tenho varios videos, claro que a maquina nao era PRO, mas dá pra sentir um "Cheirinho" do show, este é o segundo show dela que fui, e como sempre TUDO PERFEITO!!!
Denis Peres Comentário de Denis Peres em 27 novembro 2008 às 0:51
Alguém aí tem algum vídeo deste show atual da Madonna?
se alguém tiver, por favor, poste aqui pra gente ver também. Madonna é Madonna né!
 

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